Enquanto o jogador brasileiro confundir raça e vontade com agressão, nunca terá sucesso num jogo.
Vários fatores influenciaram a derrota!
Tem um ditado que diz:
"inventor começa com I e termina com R, nunca vira "B"".
A primeira lição de casa é fazer no jogo o que se treinou.
O grupo precisa de entrosamento, se mudar a escalação decorada pela equipe é sinal de que "algo de errado não está certo".
Com 12 minutos de jogo, o momento chave.
A "vontade" e a "raça" do jogador rubro-negro deixa o Mais Querido do Brasil com um a menos.
Logo em seguida, outro momento de "vontade", pênalti pros "cucarachas".
1 a 0.
Eis que num lance de bola parada, única jogada perigosa para um time com um a menos na casa do adversário, o pior jogador da defesa no jogo empata.
Sim, Cáceres fez o gol, mas fez 300 faltas na entrada da área, o camisa 10 habilidoso jogou solto e errou todos os passes que tentou.
Mesmo com todos esses defeitos, ofensivamente, foi o melhor jogador do Mengão.
Gol, bola na trave, chapéu e assistência que quase resultou em gol.
Deve está na posição errada.
Outro excesso de "vontade", mais um pênalti pros mexicanos.
Felipe salva a casa.
Quando parecia ser o fim das atrocidades defensivas do Flamengo, o "professor" tira o único jogador que sabe bater falta no time.
Lembra do inventor?
Depois disso, bumba-meu-boi na zaga, passeio mexicano na área rubro-negra.
Mais um escanteio, quem é que sobe?
Ninguém.
Na sobra, 2 a 1.
Com tantos erros, não tinha outro resultado a não ser a derrota.
E o León mereceu ganhar, mas se o Fla jogasse como havia treinado, o resultado poderia ser outro.
A Liberta é pra gente grande!
A maior virtude de um campeão é a simplicidade.
E o inventor?
Todos já sabem.
Abraços!
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