quarta-feira, 12 de fevereiro de 2014

LIBERTADORES É PRA GENTE GRANDE!


Enquanto o jogador brasileiro confundir raça e vontade com agressão, nunca terá sucesso num jogo.

Vários fatores influenciaram a derrota!

Tem um ditado que diz:

"inventor começa com  I e termina com R, nunca vira "B"".

A primeira lição de casa é fazer no jogo o que se treinou.

O grupo precisa de entrosamento, se mudar a escalação decorada pela equipe é sinal de que "algo de errado não está certo".

Com 12 minutos de jogo, o momento chave.

A "vontade" e a "raça" do jogador rubro-negro deixa o Mais Querido do Brasil com um a menos.

Logo em seguida, outro momento de "vontade", pênalti pros "cucarachas".

1 a 0.

Eis que num lance de bola parada, única jogada perigosa para um time com um a menos na casa do adversário, o pior jogador da defesa no jogo empata.

Sim, Cáceres fez o gol, mas fez 300 faltas na entrada da área, o camisa 10 habilidoso jogou solto e errou todos os passes que tentou.

Mesmo com todos esses defeitos, ofensivamente, foi o melhor jogador do Mengão.

Gol, bola na trave, chapéu e assistência que quase resultou em gol.

Deve está na posição errada.

Outro excesso de "vontade", mais um pênalti pros mexicanos.

Felipe salva a casa.

Quando parecia ser o fim das atrocidades defensivas do Flamengo, o "professor" tira o único jogador que sabe bater falta no time. 

Lembra do inventor?

Depois disso, bumba-meu-boi na zaga, passeio mexicano na área rubro-negra.

Mais um escanteio, quem é que sobe?

Ninguém.

Na sobra, 2 a 1.

Com tantos erros, não tinha outro resultado a não ser a derrota.

E o León mereceu ganhar, mas se o Fla jogasse como havia treinado, o resultado poderia ser outro.

A Liberta é pra gente grande!

A maior virtude de um campeão é a simplicidade.

E o inventor?

Todos já sabem.

Abraços!

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