Sem muita emoção.
Sem grandes ultrapassagens.
Sem concorrência.
A Mercedes não tem rivais a sua altura.
Na classificação, até que a RBR tentou impressionar.
Mas no treino chovia.
Em condições normais, a RBR nem incomodou.
Pelo contrário, foi incomodada por Alonso e a outra Mercedes que tinha largado em 4º e caído pra 7º na largada.
Durante a corrida, os pilotos foram alterando as estratégias para alcançar um resultado melhor.
As Mercedes não.
Hamilton poupou o carro desde o início e sobrou na pista, terminando 15s a frente do companheiro de equipe, Rosberg, que teve que fazer uma corrida de recuperação.
Mas com um carro perfeito na mão, a tarefa ficou fácil.
Fechando o pódio, aquele que é considerado o melhor da sua geração:
Fernando Alonso.
Esse tira leite de pedra.
Com um carro limitado, Alonso conseguiu fazer a Ferrari ser a segunda força na corrida.
Já Massa continua a sua sina.
Largou bem, mas se tocou com Alonso.
Não afetou o carro.
Mas aí, na primeira parada, a equipe troca os pneus de lado e ainda sofre com problema de encaixe da roda devido o toque com Alonso.
Praticamente, final de prova pro brasileiro.
Seu companheiro, Bottas, chegou em 7º.
No mais, segue o passeio da Mercedes.
Mesmo sendo o melhor piloto do ano e vencedor de 3 das 4 provas, Hamilton não é o líder do campeonato.
Seu companheiro, Rosberg, vencedor da 1ª prova, chegou em 2º em todas as vitórias de Lewis, que não terminou a primeira corrida.
Sem concorrência, o título fica entre os dois pilotos da Mercedes.
Ah não ser que as equipes apresentem novos pacotes aerodinâmicos na Espanha.
Se não, dá Hamilton.
Abraços!
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