A fábula de La Fontaine sobre o Galo e a Raposa foi escrita há anos atrás.
Na estória, a inteligência do Galo confronta a astúcia da Raposa.
Sabendo de suas limitações perante o predador, o Galo se utiliza de sua principal característica para vencer a temível raposa.
Assim como na fábula, o Atlético Mineiro, o Galo forte e vingador, enfrentou seu maior adversário, o seu rival de "quintal", a Raposa cruzeirense.
E nos dois jogos, o Atlético foi melhor do que o Cruzeiro, simplesmente porque soube respeitar o melhor time do futebol brasileiro na atualidade.
Com um time rápido , envolvente e principalmente coletivo, soube se Superar e vencer a coletividade cruzeirense.
A diferença do Galo mineiro para o seu arquirrival, foi ter em seu time, jogadores que, apesar de se doarem pelo coletivo, individualmente fizeram uma Copa do Brasil exuberante.
Falo de Dátolo, Luan e a estrela da companhia, Diego Tardelli.
Nos jogos contra o Corinthians , Dátolo foi o cara.
Contra o Flamengo, Luan decidiu.
No primeiro jogo da decisão, Dátolo e Luan deram a vantagem ao Galo.
Mas o maestro e craque desse time, não poderia ficar de fora dessa conquista.
Justamente no jogo decisivo, ele marcou seu único gol na competição.
Não teria desfecho melhor para o torcedor atleticano, essa Copa do Brasil.
Uma vitória em cima do maior rival, no "estádio" do adversário e com um gol de seu ídolo.
Nem mesmo o Sábio La Fontaine poderia imaginar que sua fábula se tornaria real em pleno Século XXI!
Mas eu vi.
Abraços!
Nenhum comentário:
Postar um comentário