Senna foi, é e sempre será o meu ídolo.
Assim como para um menino inglês que ontem repetiu os seus feitos na maior categoria automobilística mundial.
Senna fez muitos brasileiros mal-acostumados, pois se o país dava errado, ele era a esperança.
Mas ele conseguiu ultrapassar as fronteiras do Brasil e toda uma geração nascida na década de 80, independente de raça, cor ou crença, mas apaixonada por corridas de F1, via em Ayrton, mais do que um simples piloto, mas a personificação dos super-heróis das histórias em quadrinhos.
Chega a ser surreal, assistir um britânico, no auge de sua carreira, chorar e comemorar feito criança, um feito que o nosso ídolo e considerado o maior de todos que pilotaram uma "baratinha"
atingiu há 14 anos atrás.
Quando surgiu na F1, com um capacete inspirado no nosso campeão e um estilo arrojado de pilotar, Hamilton passou a contar com a minha torcida.
Mas hoje, ele me emocionou.
Não só pelo feito grandioso que alcançou.
Mas por uma frase, que só de lembrar me emociono novamente.
"Para mim, o objetivo era igualar os três campeonatos de Senna. Não sei o que virá no futuro. Não há mais ninguém para me espelhar."
Parabéns e Obrigado, Hamilton!
Você realmente não precisa de ninguém para se espelhar.
Você agora é um espelho.
Abraços!

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