A temporada 2015 da F1 começou oficialmente em Melbourne.
Bastante agitada, é verdade, devido ao acidente inexplicado de Alonso e a briga de Van der Garde com a Sauber por uma vaga como piloto titular da equipe para esse ano.
Os treinos de pré-temporada diziam que a temporada 2015 seria uma repetição de 2014, porém as outras equipes chegariam mais perto da Mercedes.
Ledo engano.
A classificação do GP da Austrália mostrou uma distância ainda maior das Flechas de Prata para as outras equipes.
Se Rosberg dominou os treinos livres, no classificatório ninguém achou o atual campeão Lewis Hamilton.
O inglês simplesmente destruiu o companheiro de equipe já na primeira etapa do campeonato com uma Pole Position com 0,6s de diferença!
Um temporal!
Na F1 dos mortais, destaques para os brasileiros, para o espanhol Carlos Sainz e para as Ferraris.
Massa conseguiu, não só superar Bottas, como foi o mais rápido dos pilotos mortais.
Larga em 3º e tem tudo pra fazer uma boa temporada com o carro da Williams.
Já, o outro Felipe, o Nasr, que quase ficou de fora por causa do problema da Sauber com Van Der Garde, vai largar na 11º posição, mas ficou fora do Q3 por 1 décimo de segundo e viu seu companheiro de equipe cair no Q1, mostrando ser um piloto arrojado e pé pesado.
Vettel e Raikkonen deram esperanças aos torcedores ferraristas.
2ª e 3ª fila já na primeira prova é um sinal animador.
Tem muito a melhorar, mas já é um alento.
E a surpresa do Q3 foi o espanhol Carlos Sainz.
Além de fazer sua estréia na F1, desbancou o tão aguardado companheiro Verstappen e conseguiu ficar a frente tanto do companheiro quanto dos dois carros da RBR, a equipe principal da empresa de energéticos.
Pode ser um nome a ser a revelação da temporada.
Destaque negativo, sem sombra de dúvidas é a Mclaren.
Segunda equipe mais vencedora da F1, a equipe inglesa largará na última fila.
Sorte de Alonso que não viveu esse pesadelo na pista.
Mas conhecendo a Honda e o piloto espanhol, essa fase vai ser superada até o fim da temporada.
No mais, o melhor da classificação foi o retorno da F1.
Porque, de resto, nada mudou.
Começou como terminou.
Abraços!

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