Durante 10 anos, a lateral direita do Flamengo tinha um dono.
Mal sabia ele que, em 2005, ao assinar com seu clube de coração estaria iniciando uma revolução na sua vida e por que não na de muitos craques pelo Brasil afora.
Tirando os goleiros, Léo Moura foi o jogador de linha que mais tempo ficou num clube.
Depois de jogar em 8 times diferentes, parece que Leonardo Moura achou o seu lugar.
Por 4 temporadas seguidas, escolhido o melhor lateral do Brasil.
Ao longo do período, Léo Moura era sinônimo de bom futebol e passou a ditar moda também.
O estilo de cabelo, o moicano, não demorou para cair nas graças dos jogadores e das crianças por todo o país.
Com suas atuações, o jogador conquistou vários títulos com a camisa rubro-negra, virou capitão, ídolo e chegou à seleção brasileira.
Mas chegou também o momento de se despedir.
Por mais que o Capitão Rubro-Negro quisesse atuar mais pelo seu clube do coração, a torcida começava questionar sua idolatria.
A diretoria, junto ao seu empresário, foi sensata, apesar de contrariar a vontade do moicano.
No Brasil, a história de um jogador não o blinda de vaias.
Seu ego também não permite que o mesmo perceba que sua fase não é mais a mesma e que sua importância no elenco seja maior pela sua liderança e participação no grupo do que apenas sua presença em campo.
O conjunto desses fatores, tornaram difícil a permanência de Léo Moura no elenco.
Mas facilitou a entrada dele na galeria dos ídolos rubro-negros.
Agora vá Léo.
Valeu!
"Valéo"!
Abraços!

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