Croácia e Islândia fizeram um jogo com dois tempos distintos.
No primeiro tempo, parecia que a partida terminaria num zero a zero modorrento, sem muita criatividade.
Já no segundo tempo, apesar de poupar alguns de seus titulares, a Croácia decidiu fechar a fase de grupos com 100% de aproveitamento.
Jogou um bom segundo tempo e sua atuação fez coro ao que disse antes da partida, o técnico da Islândia que preferia enfrentar os croatas com o time titular, pois eles não iriam entrar pra dividir as bolas ou se arriscar em tomar um amarelo e ficar fora das Oitavas.
A Islândia, por sua vez, fez uma Copa digna para alguém que estreava em mundiais.
Empatou com a Argentina e perdeu pra Nigéria e Croácia de igual para igual, apesar de suas limitações.
Quebraram o gelo.
Adquiriram experiências únicas e que podem elevar o interesse por futebol no país.
Enquanto os islandeses quebraram o gelo que os mantinham distantes de uma Copa do Mundo, os croatas fizeram questão de deixá-lo derreter.
Essa boa geração croata tem totais condições de repetir a geração de Davor Suker, que surpreendeu o mundo com o terceiro lugar no mundial da França em 1998.
Afinal, o caminho não é assim tão complicado quanto parecia.
Abraços,

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