(Foto: FIFA)
As Arábias sempre dominaram o imaginário dos escritores do século passado.
A diferença cultural entre o ocidente e o oriente deram inúmeros títulos que se tornaram best-sellers da literatura mundial.
Hoje, na Copa do Mundo, um deles pode ser reescrito.
Um conto das Arábias.
Os sauditas eram o patinho feio do grupo.
Chegaram a Copa do Mundo com o intuito de não serem goleados em todos os jogos.
Na primeira partida, no entanto, parecia que o sonho de terminar a copa sem ser goleado se acabou.
Porém, endureceram o jogo contra o Uruguai e evitaram uma segunda humilhação.
Diante do Egito, a Arábia enfrentava um dos jogadores favoritos a disputar o prêmio de melhor do mundo.
Começa a partida e o pequeno faraó abre o placar para os egípcios.
Depois, os sauditas têm a oportunidade de empatar o jogo num pênalti mas Al-Muwallad desperdiçou a cobrança.
Até que no fim do primeiro tempo, um novo pênalti para a Arábia, dessa vez foi convertido e os sauditas vão para o intervalo com a certeza de que poderiam conseguir um ponto.
Mas como todo conto têm um final feliz, aos 48 minutos do segundo tempo, Al-Dawsari marca o gol que quebra o jejum de 14 jogos sem vitórias em Copas do Mundo de seu país.
Vai me dizer que esse enredo não daria uma boa releitura do renomado best-seller "Um conto das Arábias"?
Abraços,

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