(Foto: FIFA)
A Suécia chegou na Copa do Mundo sem sua maior estrela e não era considerada favorita a uma das vagas no seu grupo.
Afinal, Alemanha e México têm um retrospecto melhor que os suecos nas últimas copas.
Só que esquecemos que a Suécia, eliminou a Holanda pela vaga na repescagem européia e a Itália na repescagem propriamente dita.
Duas seleções de tradição e que teoricamente pareciam ser melhores tecnicamente falando.
No mundial, a Suécia teve sufoco pra ganhar da Coréia, perdeu pra Alemanha por ter recuado pra segurar o resultado e massacrou o México, até então sensação do grupo F.
Dois dos 5 títulos do Brasil tiveram a Suécia como pedra no sapato. Em 58, em terras suecas, a seleção brasileira venceu os anfitriões na final que consagrou o Rei Pelé, ainda um menino.
Em 94, o Brasil empatou com a Suécia na fase de grupos e tornou a enfrentá-los na semifinal em que o baixinho Romário marcou um gol de cabeça entre os grandalhões da defesa escandinava.
O chaveamento ajuda.
Podemos repetir 58.
Pelo futebol apresentado, por todas as seleções que avançaram às Quartas-de-Final desse lado, a Suécia foi a que se destacou.
Afinal, foi a única que venceu o jogo no tempo normal.
Não seria nenhuma zebra.
É bom ficarmos de olho na Suécia.
Abraços,

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